Por Paulo Teixeira

Como um Robin Hood às avessas, o governo interino resolveu congelar os recursos para contratações da Fase 1 do "Minha Casa, Minha Vida", destinadas a famílias com renda de até R$ 1,8 mil por mês, para privilegiar estratos com maior poder aquisitivo. 

Pelas novas regras, amplia-se o limite de financiamento imobiliário da Caixa para aquisição de imóveis que custem até R$ 3 milhões.

Ao subsidiar os mais ricos, estão tirando dinheiro dos mais pobres. E deixam cada vez mais distante a meta de vencer o déficit habitacional brasileiro.

Hoje, no Brasil, 80% do déficit habitacional é representado por famílias que ganham até 3 salários mínimos, as mesmas que, sob Michel "Fora" Temer, terão maior dificuldade em obter crédito.

Sobre este assunto, recomendo ler a entrevista que o Paulo Henrique Amorim fez com a ex-ministra do Planejamento e ex-presidenta da Caixa, Miriam Belchior. "Tenho só a lamentar que um banco público como a Caixa mude a sua orientação e passe a fazer financiamento de um montante tão alto", afirma Miriam.

Segue o link com a entrevista na íntegra: http://www.conversaafiada.com.br/…/miriam-a-caixa-agora-e-d…

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