por Walter Ferreira 

Eu sou um comunista que procurou estudar muito para entender o que acontece no mundo. Desliguei a Globo, desde jovem, e fui ler Fausto Wolff.

Convenci-me, desde cedo, que o homem vale mais que o dinheiro. O homem continuará este mundo. O dinheiro, tentará destruí-lo. Quem duvida disso, dá um mergulho no Rio Doce, da Samarco/Vale do Rio Doce.

Entendi que tudo isso aqui é dos índios. Nós invadimos, matamos, roubamos. Enlouquecemos por causa disso. E oprimimos os índios até hoje.
 
Por adorarmos o valor do "ter" em detrimento do "ser" precisamos de álcool e antidepressivos para vivermos.

Voto em Lula e Dilma Rousseff por terem tirado em torno de 30 milhões de pessoas da miséria, segundo a ONU. Eu não fui um deles. Mas, não são milhões de brasileiros como eu?

Não quero que minha filha, hoje com 7 meses, seja uma pessoa rica. Quero que ela seja um ser humano completo, rica ou não. Ricos, por si só, suicidam-se. Seres humanos completos são livres.

Minha filha vai ter cultura. Shopping é para os fracos. Babá é para os fracos. Minha filha vai crescer com meus beijos.

Entendo que há um profundo desnivelamento de visão de mundo, por parte de muitos, hoje em dia. Isso leva a esse caos que vemos.

Caos que decorre de uma falsa percepção de mundo e da vida. Presenciamos pessoas com visão de mundo conturbadas que se tornam pessoas conturbadas.

Atendem a planos escusos de setores trevosos da política e sociedade brasileiras. São oprimidos que apoiam os opressores.

Não refletem.

Gosto de fumar um charuto estudando psicologia social.
E gosto de apreciar a natureza.

Se tivesse golpe eu teria enfrentado. Não teve. Fico escrevendo.
A tentativa de golpe me fez conhecer pessoas interessantes que também estavam antenadas. Gostei dessa parte.

Valeu muito.

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Bate-Papo vermelhô

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