golpe_reacao
O fiasco desta tarde está sendo atribuído, também, ao governador Beto Richa (PSDB), que esta semana aderiu ao movimento golpista ao lado de Aécio Neves (PMDB-MG) e o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Na tradicional Boca Maldita, onde foi encerrado o manifesto anti-Dilma, o tucano paranaense era chamando de “Mick Jagger” dos coxinhas.

Se as manifestações de hoje contra a democracia e pela derrubada da presidente Dilma Rousseff foram um fiasco de Norte a Sul, a da próxima quarta-feira, 16, está sendo vista pelo campo progressista como o ‘Dia D’ para a virada contra o golpe e o impeachment.

Em Curitiba, a capital nacional dos “coxinhas”, foi uma vergonha retumbante: apenas 300 saíram às ruas para pedir a volta da ditadura, morte ao PT, fora Fachin e sobrou até para o senador Alvaro Dias.
“Nenhuma palavra de ordem contra Eduardo Cunha”, observou o repórter César Setti, da TV 15, que, em parceria com o Blog do Esmael, transmitiu ao vivo para o Brasil o mundo o fiasco desta tarde.

“Tinha mais ‘patinhos da Fiep’ nas ruas do que coxinhas”, contabilizou um comentarista deste site.
O fiasco desta tarde está sendo atribuído, também, ao governador Beto Richa (PSDB), que esta semana aderiu ao movimento golpista ao lado de Aécio Neves (PMDB-MG) e o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Na tradicional Boca Maldita, onde foi encerrado o manifesto anti-Dilma, o tucano paranaense era chamando de “Mick Jagger” dos coxinhas.

Ironias à parte, na quarta-feira as centrais sindicais e os movimentos sociais poderão virar o jogo e sair da defensiva que ficaram durante o ano inteiro. O fracasso dos golpistas poderá ser o sucesso das forças democráticas e progressistas.
Institutos de pesquisas apontaram esvaziamento dos protestos de hoje em todo o país.

Postar um comentário

Bate-Papo vermelhô

Compartilhe

 
Top