Num evento histórico realizado neste domingo, no Palácio dos Leões, em são Luís, o governador Flávio Dino e o ex-ministro Ciro Gomes lançaram o movimento "Golpe Nunca Mais": "estamos aqui para denunciar uma tentativa de golpe, que é uma monstruosidade institucional", disse Dino; "lutamos muito para conquistar a democracia e não vamos permitir que rasguem a Constituição". O governador, que é juíz, lembrou que a "tese das pedaladas" em 2015 raia o absurdo, uma vez que o Congresso acaba de aprovar a nova meta fiscal; Ciro Gomes também prometeu resistência: "há um valor, que está acima de tudo, e que deve ser sempre respeitado que é a própria liberdade", disse Ciro.A página "Golpe Nunca Mais" será o centro da resistência democrática.

Por Aquiles Lins via 247 em 06/12/2015

O governador do Maranhão, Flávio Dino, e o ex-ministro Ciro Gomes fizeram história, neste domingo, ao lançarem, conjuntamente, o Movimento Golpe Nunca Mais. A frente foi lançada no Palácio dos Leões, sede do governo maranhense, em coletiva conduzida por Dino, Ciro e também pelo presidente do PDT, Carlos Lupi.

"Estamos diante de uma situação absurda, uma monstruosidade institucional. Não podemos aceitar passivamente que se rasgue a Constituição. Lutamos muito para conquistar a democracia. Nenhum interesse pode estar acima da democracia", afirmou Flávio Dino. "O direito à oposição é legítimo, mas ele não está acima do País", afirmou.

O governador, que é juiz, lembrou que a tese das 'pedaladas em 2015' raia o absurdo, uma vez que o Congresso acaba de aprovar a nova meta fiscal. "Se o próprio Congresso Nacional aprovou a mudança da meta fiscal no exercício financeiro vigente, os decretos deste ano de suplementação orçamentária estão validados", afirmou (para entender por que proposta de impeachment é golpista leia artigo de Leonardo Attuch, editor do 247).

"Há um valor, que está acima de tudo, e que deve ser sempre respeitado: é a própria liberdade", disse Ciro, que teve sua candidatura presidencial lançada por Lupi. Ciro afirmou ainda que não há nenhuma acusação de ilícito contra a presidente Dilma Rousseff. "É uma senhora honesta, decente, a quem não estão permitindo governar", afirmou.

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