No dia 15 de setembro, diversos artistas e intelectuais brasileiros lotaram o teatro Oi Casa Grande, no Rio de Janeiro, em um grande ato em apoio à reeleição de Dilma. Quase um mês depois, nesta segunda-feira (13/10), o PSDB reservou um teatro, o Frei Caneca, em São Paulo, para seu encontro com artistas. Em matéria do Terra, sobre o encontro, descreve-se uma “plateia esvaziada”. Os artistas que subiram ao palco cabem nos dedos de uma mão.

Um deles, o cantor Lobão, mostrou estar afinado com seu candidato ao se referir ao episódio que deu início à ditadura militar no Brasil como “Revolução de 64”. Mostrando não ser muito lá interessado em democracia, revelou que no primeiro turno não votou em Aécio. Não votou em ninguém. Não saiu de casa.

Também falaram mais para cadeiras do que para pessoas Fulvio Stefanini, Lúcia Veríssimo e Zuza Homem de Melo. E para preencher o palco, ao lado dos artistas, estavam os vereadores tucanos Andreas Matarazzo, Floriano Pesaro e Coronel Telhada.

A diferença de presenças em ato de apoio aos dois candidatos não surpreende. Afinal, os artistas sabem que nunca, na história desse país, tanto foi feito pela cultura como nos últimos 12 anos nos governos de Lula e Dilma:  Política Nacional de Cultura Viva,  Vale Cultura,  Cinema Perto de Você,  Brasil de Todas as Telas, pontos de Cultura,  o Sistema Nacional de Cultura... e ainda mais, como os Centros de Artes e Esportes Unificados e o Programa Mais Cultura nas Escolas, que focam seus esforços em levar uma nova experiência cultural para escolas e comunidades.

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Bate-Papo vermelhô

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